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O Quinteto

O Quinteto da Paraíba, grupo criado e residente há quase três décadas no Departamento de Música do CCTA/UFPB, é hoje um dos mais renomados grupos de música de câmara do Brasil. Trafegando com versatilidade entre a música de concerto e a música popular, o Quinteto da Paraíba tem 5 CDs gravados (Armorial & Piazzolla, Música Armorial, Capiba & Gonzagão, A Pedra do Reino e Nau Capitânia de Itamaracá), outros CDs completos ou em parceria com diversos intérpretes e compositores (Xangai, Chico César, Lenine, Sivuca, Virgínea Rosa, Toninho Ferragutti, Antônio Nóbrega), além de participações em CDs, DVDs, trilhas sonoras de filmes (Central do Brasil, Gonzaga: De Pai pra Filho, Por 30 Dinheiros, Death Letters), shows, concertos e turnês no Brasil e no exterior. O Grupo que é formado por renomados Instrumentistas da Paraíba e foi apresentado pelo selo Kuarup (1995) como: “Uma das melhores surpresas instrumentais do Brasil nos últimos anos, um quinteto de cordas com técnica de música de câmara e suingue de música popular”. O Quinteto da Paraíba surgiu com a proposta de divulgar a obra de compositores brasileiros, mas é no Nordeste do Brasil que encontra sua mais pura inspiração. Embaixador desta rica vertente musical, o grupo que é considerado o responsável pelo resgate do Movimento Armorial conquistou méritos da crítica especializada nacional e internacional. A conceituadíssima revista “The Strad” de Londres, enalteceu os valores do Quinteto da Paraíba em matéria especial, assim como as revistas “Gramophone”, “Classic FM Magazine”, “Repertoire” e “Diápason”, brindaram o grupo com elogiosas críticas. No Brasil, o Quinteto se tornou conhecido do grande público por constantes aparições nas TVs Cultura, Educativa, Senac, Senado e Globo, em Concertos, Workshops e programas ao vivo, assim como pela sua participação nos mais importantes festivais de música do pais. Em 2007 o Quinteto se apresentou junto do cantor e compositor Chico César na abertura dos Jogos Pan-Americanos, no Estádio do Maracanã no Rio de Janeiro. O Quinteto da Paraíba já se apresentou na América do Sul (Chile, Argentina) e Europa (Áustria, Bélgica, França, Espanha, Itália, Holanda e Portugal). O Quinteto participou em 2008 da gravação do CD “Labiata” do cantor e compositor Lenine, que teve a faixa “Martelo Bigorna” na trilha da novela “O Camnho das Indias” da Rede Globo. A música “Martelo Bigorna” de Lenine com arranjo de Xisto Medeiros e interpretada pelo Quinteto ganhou o Grammy Latino de 2009.

Críticas

“(…) Paraíba, pequeno mais artisticamente rico estado nordestino, gerou este ótimo quinteto de cordas com sua viva seleção de obras de compositores locais (…) Os músicos não têm receio de empregar efeitos percussivos em seus instrumentos, ainda que anti-violinísticos, eles emanam da própria música. A interpretação do Quinteto da Paraíba representa a mais pura ilustração do espírito que todo artista tenta alcançar (…)”

The Strad, Grã Bretanha.

 

“(…) Esteja preparado para esquecer formas clássicas e desfrutar de uma música nunca ouvida antes vinda de um quinteto de cordas. Relaxe e curta. É uma experiência que você repetirá com prazer por muitas vezes. (…)”

Gramophone Music Magazine, Londres.

 

“(…)Um talento incisivo que entusiasma o ouvido como o charme despretencioso da música entusiasma o coração(…)”

Classic FM, Londres.

Agenda Confira aqui a agenda dos próximos eventos do Quinteto

09 MARÇO

Quinteto Convida Maestro Spok, Nelson Ayres, Mônica Salmaso e Carlos Malta


SESC Pinheiros, São Paulo/SP21:00hInformações: (83) 9 9909 9155

06 - 07 ABRIL

Quinteto Convida Jessier Quirino


Sala de Concerto Maestro José Siqueira, João Pessoa/PB21:00hInformações: (83) 9 9909 9155

01 - 02 JUNHO

Quinteto Convida Marcelo Jeneci


Sala de Concerto Maestro José Siqueira, João Pessoa/PB21:00hInformações: (83) 9 9909 9155
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O Quinteto da Paraíba, iniciou, em 2016, o projeto Quinteto Convida, recebendo o cantador Xangai, nos dias 13 e 14 de outubro na Sala de Concertos José Siqueira do Espaço Cultural.
A idéia do projeto é receber cantores e/ou instrumentistas para dividir o palco com o Quinteto da Paraíba, revisitando suas obras ou homenageando outros artistas, como aconteceu em janeiro/2017 com o multi-instrumentista Carlos Malta, interpretando a obra do mestre Pixinguinha.
Ainda em 2017 aconteceram os encontros com o maestro Nelson Ayres, em março; com Toninho Ferragutti, em junho; com Zeca Baleiro, em agosto (comemorando 20 anos de carreira fonográfica); com o Duofel, em outubro, com a cantora Mônica Salmaso e a participação especial de Nelson Ayres, em dezembro; com o maestro Spok, em fevereiro de 2018.
O Projeto Quinteto Convida é uma iniciativa independente do Quinteto da Paraíba, que contando com o apoio da UFPB/CCTA/DeMús, assume a produção artística e executiva de cada espetáculo em parceria com os artistas convidados.
Um aspecto importante do Projeto é o registro audiovisual dos shows pela TV UFPB e o Laboratório de Cinema do CCTA para gerar conteúdo cultural para as TVs públicas ou, a partir do interesse comum, formatação de DVDs ou veiculação na internet.

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24 FEVEREIRO

Maestro Spok


Sala de Concertos Maestro José Siqueira no Espaço Cultural21:00hPontos de vendas: Lojas Furtacor nos shoppings Sul, Mag e Tambiá.Informações: (83) 9 9909 9155
  • Maestro Skop

    Inaldo Cavalcante de Albuquerque nasceu em Igarassu , Pernambuco, Brasil. No entanto, ele viveu em Abreu e Limadurante a maior parte de sua infância, e começou seus estudos musicais lá em 1984. Dois anos depois, em 1986, mudou-se para Recife, onde trabalhou com os maiores maestros e compositores de Pernambuco da época, como Maestro Ademir Araújo, Maestro Clóvis Pereira e Maestro Guedes Peixotos.

    Em Recife, Spok estudou no Centro Profissionalizante de Criatividade Musical do Recife, com os mais eminentes professores de música da cidade, tornando-se um dos mais importantes saxofonistas do Recife. Em 1996, ele fundou sua big band, que é conhecida como SpokFrevo Orquestra. Ao longo de sua carreira, ele tocou com muitos músicos brasileiros conhecidos, como Raimundo Fagner, Alceu Valença, Elba Ramalho e Antonio Nóbrega.

    Desde 2007, a Spok organiza o show de encerramento do Carnaval do Recife, evento que costuma envolver um grande número de músicos. Em 2009, por exemplo, sua orquestra tinha 170 músicos. Artistas de renome, como Lenine , Alceu Valença, Claudionor Germano , Lula Queiroga , Antônio Nóbrega , Moraes Moreira , Luis Melodia , Zé Renato e Leo Gandelman , também participaram de sua mostra.

06 - 07 ABRIL

Jessier Quirino


Sala de Concertos Maestro José Siqueira no Espaço Cultural21:00hPontos de vendas: Lojas Furtacor nos shoppings Sul, Mag e Tambiá.Informações: (83) 9 9909 9155
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    Jessier Quirino

    É um poeta, compositor e interprete brasileiro, que faz uso de um linguajar nordestino utilizado como um recurso cômico além de expressar a rica cultura popular existente no sertão nordestino.

    Jessier Quirino (1954) Nasceu em Campina Grande no estado da Paraíba, no dia 30 de abril de 1954. Foi aluno do Instituto Domingos Sávio e do Colégio Pio XI. Com 11 anos ingressou na Escola de Artes. Após concluir o ensino secundário mudou-se para a cidade do Recife, onde estudou no Colégio Esuda. Com 16 anos aprendeu sozinho a tocar violão.

    De volta ao seu estado, ingressou na Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Paraíba, onde se graduou em 1982. Em 1983 fixou residência na cidade de Itabaiana. Durante vários anos exerceu sua profissão de arquiteto. Começou a compor, segundo ele, sob a influência da poesia matuta de Zé da Luz e de Zé Laurentino, do cantar dos repentistas e da convivência com os sertanejos do interior da Paraíba.

    Em 1998 lançou seu primeiro livro de poesias “Paisagem do Interior” e desde então virou artista de palco, fazendo apresentações em teatros, universidades, clubes, grandes convenções, festivais de repentistas etc. Seu trabalho com a rima e a métrica tem sido estudado nas salas de aula. Por duas vezes sua obra foi tema do vestibular da Universidade Católica de Pernambuco. Seus livros infantis: “Chapéu Mau e Lobinho Vermelho” e “Miudinha” foram adotados no programa Educação de Jovens e Adultos do MEC, para o Estado de Pernambuco.

    A poesia, os “causos” do interior, os cordéis e as músicas de Jessier Quirino já foram publicadas em livros e CDs. “Além de Paisagem do Interior” (1998), publicou: “Agruras da Lata D’água” (1998), os CDs “Paisagem do Interior I” (1999), “Paisagem do Interior II” (1999), “Prosa Morena” (livro e CD, 2001), “Política de Pé de Muro” (2002), “Bandeira Nordestina” (livro e CD, 2006), “Berro Novo” (livro e CD, 2010), “Papel de Bodega” (livro e CD, 2013), “Vizinhos de Grito” (DVD – gravado ao vivo no Teatro da Boa Vista, no Recife, 2013).

    Em suas poesias e prosas, Jessier brinca com as palavras, entre elas: “Vou-me Embora P’ro Passado”, “Coisas Pra Se Dizer Benzó-Deus”, “Parafuso de Cabo de Serrote”, “Pru-Qui-Pru-Li, Pru Culá”, “Uma Paixão Pra Santinha”, “Respondendo o Perguntado”, “O Nó da Sabedoria”, “Sonhos de Uma Cidadezinha Mais ou Menos”, “Papel de Bodega”, “Movimento dos Sem-pé-nem-cabeça”, entre outras.

    Jessier Quirino deixou a arquitetura de lado e segue a carreira de poeta compositor e artista de palco. Já participou de diversos programas de rádio e Televisão. Suas apresentações são acompanhadas dos filhos músicos: Vitor Quirino (no violão) e Matheus Quirino (percussão). O artista se autodenomina: “Arquiteto por profissão, poeta por vocação e matuto por convicção”.

01 - 02 JUNHO

Marcelo Jeneci


Sala de Concertos Maestro José Siqueira no Espaço Cultural21:00hPontos de vendas: Lojas Furtacor nos shoppings Sul, Mag e Tambiá.Informações: (83) 9 9909 9155
  • Marcelo Jeneci

    Criado em Guaianases, na Zona Leste de São Paulo, aprendeu música com seu pai, que trabalhava consertando equipamentos eletrônicos e instrumentos musicais. Começou tocando sanfona na banda de Chico César, com quem excursionou pela Europa em 2000. Tocou também nas bandas de Arnaldo Antunes e Erasmo Carlos. O sucesso como compositor veio em 2008, com Amado, parceria com Vanessa da Mata que fez parte da trilha sonora da telenovela A Favorita.

    Escreveu canções em parceria com Arnaldo Antunes, Zé Miguel Wisnik e Luiz Tatit. Lançou em 2010 o seu primeiro álbum, Feito para Acabar, que recebeu boa acolhida da crítica. Voltou a figurar em trilhas de novelas da Rede Globo, com Quarto de dormir (em Lado a Lado, de 2012), Feito para Acabar (em Flor do Caribe, de 2013), Um de Nós (em Em Família, de 2014), e Veja (Margarida), regravação da canção de Vital Farias (em Velho Chico, de 2016). Lançou em 2013 o álbum feito para Acabar, mais uma vez com a participação da cantora Laura Lavieri.

    Em 2015, gravou Dia a Dia, Lado a Lado com Tulipa Ruiz, com quem fez em seguida uma série de shows pelo Brasil.

03 AGOSTO

Carol Panesi & Marco Cesar


Sala de Concertos Maestro José Siqueira no Espaço Cultural21:00hPontos de vendas: Lojas Furtacor nos shoppings Sul, Mag e Tambiá.Informações: (83) 9 9909 9155
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    Carol Panesi & Marco Cesar

    Carol Panesi

    Vencedora do Prêmio Profissionais da Música 2018 na categoria AUTORA, multi-instrumentista, compositora, arranjadora, natural do Rio de Janeiro.
    Iniciou em 1996 seus estudos musicais no Conservatório Brasileiro de Música.

    Foi integrante por 13 anos do Itiberê Zwarg & Grupo”, antiga “Itiberê Orquestra Família” e com esses projetos viajou por vários lugares do Brasil e do estrangeiro, tendo gravado 3 Cds e 1 DVD como trompetista, violinista e pianista.

    Em 2012, como arranjadora foi classificada entre os dez finalistas do I Festival de arranjadores de Big Band pelo SESI (ARS BRASILIS), em homenagem ao Milton Nascimento, com a música “Outubro”.  Esse mesmo arranjo foi tocado em NY, pela Panamericana na Big Band liderada pelo Gary Morgan.

    Como compositora, tem ganhado cada vez mais notoriedade, participando de Festivais como: Festival internacional de compositoras SONORA, semifinalista do Festival das Rádios MEC e Nacional na categoria Melhor Música Instrumental. Carol Panesi & Grupo é finalista do Samsung E-Festival Instrumental 2017.

    Integra o Coletivo de Violino Popular, juntamente com Ricardo Herz e Nicolas Krassik. 

    Gravou diversos CDs, DVDs, dentre eles “Mundo Verde Esperança” de Hermeto Pascoal e  e dividiu o palco com grandes nomes do cenário musical brasileiro e internacional, dentre eles Hermeto Pascoal, Edu Lobo, Nicolas Krassik, Gabriel Grossi, Clarice Assad, Jongo da Serrinha, Lea Freire.

     

    Marco César de Oliveira Brito

    Nasceu no dia 30 de Julho de 1960, na cidade de Pesqueira/PE. Pedagogo, Compositor, Arranjador e Bandolinísta. Formado nos Cursos de Geografia e Música pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE e Pós – Graduação em Supervisão Educacional pela Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO (RJ). Fundador do primeiro curso de Bandolim e Cavaquinho em Conservatório de Música no Brasil. Iniciou seus estudos de Teoria e Solfejo no Conservatório Pernambucano de Música com o Mestre Severino Revoredo. Estudou Harmonia Moderna com os professores Ian Guest, Thales Silveira e Roberto Sion. Fez o Curso de Harmonia e Contraponto ao nível de especialização com o Prfº. Manoel N. Neto, com o qual compôs o primeiro Concerto para Bandolim Contra-Fagote e Orquestra de Cordas criado no Nordeste. Participou como professor do I Seminário de Música Instrumental de Ouro Preto – MG e V FENARTE (Feira de Artes)em João Pessoa/PB onde ministrou as oficinas de Chorinho e nos Master-class de Oficina de Cordas pela FUNARTE nas cidades de Aracaju e Natal.  Foi fundador, músico e diretor artístico da Orquestra de Cordas Dedilhadas de Pernambuco, e membro, fundador, músico e arranjador do Grupo Oficina de Cordas de Recife. Participou do XVII Festival Del Caribe (Fiesta Del Fogo) em Santiago de Cuba, convidado pelo Governo do Estado/PE e do VIII Festival de Inverno de Garanhuns ao lado da Orquestra Camerata Armorial de Pernambuco com o Grupo Regional Sexteto Retratos do Conservatório Pernambucano de Música. Vem sendo solista junto as Orquestras Sinfônica do Recife, Armorial  de Câmara de Pernambuco, Câmara da Paraíba, Câmara da UFPE ,Câmara do CPM e Quinteto de Cordas da Paraíba. Tendo sido regido pelos maestros Henrique Gregori, Marlos Nobre, Cussy de Almeida, Osman Gioia e Mário Câncio. Participou como coordenador do Curso de Capacitação Para Instrumentistas de Orquestras de Pau e Corda do Recife Projeto da Secretária de Trabalho e Governo do Estado de Pernambuco. Participou no período de 07 á 26 de julho/99 do espetáculo “Pernambuco” integrando o grupo que acompanhou o multi-artísta Antônio Nóbrega no Festival de Avignon – França. Foi convidado pelo Quinteto da Paraíba para participar do concerto de aniversário pelos seus  10 anos de carreira musical. Participou como músico, arranjador e diretor musical do 1ª Cd do Coral Edgard Moraes – Frevos de Bloco em 10/99. Convidado para participar em 02/00 das apresentações do grande artista Antônio Nóbrega nas duas maiores casas de espetáculos do Brasil ATL Hall no Rio de Janeiro e Credicard Hall em São Paulo. Em dezembro de 2000 foi empossado membro da Academia Pernambucana de Música ocupando a cadeira dos compositores e irmãos Edgard e Raul Moraes. Em 2001 Participou do Espetáculo “Folias Guanabaras”pelo projeto Mãe Gentil do Fisioterapeuta e Coreógrafo Ivaldo Bertazzo nos estados do RJ/BH/SP com a Orquestra Retratos do Nordeste.

    Em 2002 foi convidado para participar como solista e arranjador do  CD “CAPIBA & GONZAGÃO” – Quinteto de Cordas da Paraíba. Participou do Projeto Caindo no Choro – Clube do Choro de Brasília como representante do choro pernambucano.

    Citado no Método Brazil Your Passport to a new world of music – Série Guitar Atlas do autor Billy Newman, como artista e educador especializado em choro no Nordeste do Brasil. Participou do projeto“Cultura Popular não é Folclore – Antonio Nóbrega e Convidados” no espaço cultural Banco do Brasil –  SP. Convidado para participar da ExpoMusic 2002 – 19º Feira Internacional da   Música em SP. Solista convidado no Concerto Oficial da Banda Sinfônica da Cidade do Recife (06/2003). Participou como convidado da Palestra  sobre os Novos Caminhos do Choro no Cine Teatro Apolo, após a exibição do Documentário “MEU TEMPO É HOJE” – sobre Paulinho da Viola,(01/10/03). Participou do Projeto TIM Música nas Escolas, com uma oficina sobre instrumentos de cordas dedilhadas, (20/09/03). Diretor Musical e Arranjador do Projeto cd CHOROS PERNAMBUCANOS Vol. 01 ,com oGrupo Sexteto Capibaribe, (11/12/03). Recital de Piano (Levi Guedes) e Bandolim (Marco Cezar) e Orquestra Retratos do Nordeste – Apresentando Raridades de L. Van  Beethoven, (28/04/04). Participou do programa ALMA E CORAÇÃO como músico convidado das Comemorações pelo Centenário de Vida do Bandolinista Luperce Miranda, com o lançamento do livro “Luperce Miranda o Paganini do Bandolim” de Marília Trindade Barbosa no Centro Cultural Carioca – RJ. Participou do projetoACORDES PRA JACARÉ – (ato de solidariedade ao grande cavaquinista Antônio da Silva Torres mais conhecido por Jacaré do Cavaquinho) MC – como músico, instrumentista, arranjador e diretor musical ao lado de grandes nomes da nossa música como: Maurício Carrilho, Luciana Rabelo, Henrique Annes e Néneu Liberalquino.  Solista da Suíte Retratos do compositor Radamés Gnattali com a Orquestra Sinfônica do Recife (08/04). Palestra sobre “A Didática do Ensino  e a Profissionalização dos Instrumentistas  de Cordas Dedilhadas” na Escola Rafael Rabello em Brasília (09/04). Diretor Musical  do Espetáculo REVENDO UM AMIGO – Um show para canhoto da Paraíba, no teatro da UFPE. Participou do Projeto Imaginário Pernambucano com o Sexteto Capibaribe   na cidade de Brasília – projeto promovido pela  Caixa Econômica Federal. Projeto TEMPEROS DO CHORO – Sesc Ipiranga/SP com o Trio Capibaribe ao lado de grandes nomes como: Laércio de Freitas,Trio Cai Dentro, Nó em Pingo D’água dentre outros (04.05). Convidado das Choronas no Projeto CHORONAS CONVIDA – 10 ANOS , Recife/PE (11.05). Diretor Musical  do Espetáculo  de Antônio Nóbrega e Orquestra Retratos do Nordeste, pelos 30 anos comemorativo da Academia  Pernambucana de Música (11.05). Projeto  Bambambãs no CCBB no Rio de Janeiro ao lado de Armandinho (23.05). Participou do 3º MIMO ( Mostra Internacional de Música de Olinda)Com a Orquestra Retratos do Nordeste ao lado do grande bandolinista Joel Nascimento e do violonista Caio César.Convidado a participar das gravações do CD e DVD  do  espetáculo 9 de Frevereiro do artista Antônio Nóbrega(2006/2007) .

    Participou da IV e V  Edição do Encontro de Violões e Bandolins do Recife, no Teatro de Santa Isabel ao lado de músicos como: Nonato Luiz , Nicolas Krassik e Maestro Spok com o Chorando em PE . Convidado como Maestro e Arranjador para festa de abertura do Carnaval Multicultural do Recife , acompanhando a cantora Maria Betânia e Coral Edgard Moraes. Escreveu arranjos para Orquestra Jazz Sinfônica de São Paulo, Sinfônica do Recife e Orquestra Petrobrás Sinfônica. Convidado  do artista Antonio Nóbrega  e Maestro Spok para participar como solista e arranjador dos concertos em comemoração aos  100 Anos  do Frevo nas cidades do Rio de janeiro e São Paulo com a Orquestra Petrobras Sinfônica  com regência de Wagner Tiso e Carlos Prazeres. Participou do II Circuito  Pernambucano de Choro e I circuito de Choro do Recife; Participou da 4ª e 5ª edição da MIMO (Mostra Internacional de Música de Olinda) como mestre nas oficinas de cordas dedilhadas  junto com o Prof Caio César ;Convidado do Projeto Música no Museu, no Museu da Casa Brasileira SP, sob a curadoria de Antonio Nóbrega (06/2008); Convidado Especial do Mandopolis Festival- V Encontro Internacional de Bandolinistas sob a Direção Musical de Patrick Vaillant ao lado do Mélonious Qartet – Puget-Theniers – Sul da França (07/2008); Solista convidado da Série MPB e Jazz (2008) pelos Maestro Wagner Tiso e Carlos Prazeres com  Orquestra Petrobrás Sinfônica (Homenagem a Jacob do Bandolim na Sala Cecília Meireles,RJ (10/2008); Solista convidado do VII Concerto Oficial da Banda da Cidade do Recife, pelo Maestro Nenéu Liberalquino em comemoração aos 50 anos da Banda e lançamento do 1º CD (10 e 11/2008); Músico convidado a tocar com o grupo Chorando em PE na Embaixada do Brasilem Buenos Aires representando a música pernambucana,  em evento comemorativo ao lançamento do vôo Recife-Buenos Aires (10/2008); Espetáculo Antônio Nóbrega e Orquestra Retratos lançamento do seu DVD no Teatro da UFPE (11/2008); Solista e compositor convidado a participar do CD do Grupo Sá Grama no projeto em homenagem a Luiz Gonzaga(12/2008). Concerto solista convidado da  Orquestra do Estado do Mato Grosso na cidade de Cuiabá –MT (03.2009). Professor da Etapa Educativa da MIMO 2009 e diretor Musical da apresentação da Orquestra Retratos com Antônio Nóbrega na MIMO. Gravação do programa ENSAIO na TV cultura de SP como músico e diretor musical do Coral Edgard Moraes e Getúlio Cavalcanti ambos, ícones do carnaval de PE.

    Projeto DUOS ao lado do violonista Fernando Cesar (Brasília). Participou da MIMO 2010 como Professor das oficinas de cordas dedilhadas. Participou da programação dos 80 Anos do Conservatório Pernambucano de Música ao  lado de Antônio Nóbrega e Maestro Spok junto com a Orquestra Retratos do Nordeste. Participou das programações da Orquestra Sinfônica Jovem do Conservatório PE de Música como músico solista convidado. Concerto pelos 25 Anos da Academia Pernambucana de Música no Teatro de Santa Isabel ao lado do grupo Sá Grama e do músico americano Harvey Wainapel.

05 - 06 OUTUBRO

Escurinho & Totonho


Sala de Concertos Maestro José Siqueira no Espaço Cultural21:00hPontos de vendas: Lojas Furtacor nos shoppings Sul, Mag e Tambiá.Informações: (83) 9 9909 9155
  • Escurinho & Totonho

    Jonas Neto Escurinho

    Pernambucano, de Serra Talhada. Compositor, cantor e percussionista, atua também no teatro como ator e na criação de trilhas. Influenciado pela cultura popular, tem nos emboladores e nos cantadores de coco, sua grande fonte de inspiração. Radicado na Paraíba, desde a década de 70, onde iniciou sua experiência com música, ao lado de artistas como Chico César, Grupo Jaguaribe Carne e outros. Participou da criação, montagem e execução do espetáculo teatral “Vau da Sarapalha”, do Grupo Piolim como ator e músico, percorrendo vários países da Europa e América do Sul e quase todo o Brasil com o espetáculo. Como músico criou a banda “Labacé”, lançando seu primeiro cd em 1995, dando ínicio a uma série de shows por várias cidades do Brasil, como resultado em 2003 lançou o segundo cd “Malocage”. Em 2004 lança o dvd “Toca Brasil” que resume a obra do artista nos dois cd..s e algumas canções novas que farão parte da produção do próximo cd. Em 2006, como instrumentistas, realizou shows na Espanha, Bélgica, Suíça e Itália acompanhando o cantor Chico César. Interprete performático, Escurinho traz em sua música uma poesia urbana de caráter social, numa fusão de ritmos que vai do xote ao reggae; do experimentalismo ao rock; do forró ao baião; do caboclinho ao boi de reisado; dos ritmos afros e tribais, do maracatu ao coco de embolada.

     

    Totonho

    Compositor, produtor e cantor, Totonho nasceu em 1964 na cidade de Monteiro, na Paraíba. Lá foi vendedor de buchada de bode e assistiu à muitas cantorias de repentistas da região. Foi quando teve seu primeiro contato com a música. “Minha casa vivia cheia de gente, então me acostumei a vê-los pela casa. Você sabia que Monteiro foi durante muito tempo considerada a Meca dos repentistas nordestinos?” Com nove anos de idade, Totonho montou a banda Os Renegados, que tocava com latas (guitarra de lata, bateria de lata e afins). “Foi ali que começou tudo e me tornei compositor”. Em 82 resolveu que queria mesmo seguir a carreira de músico. Foi para João Pessoa, onde fundou o Musiclube da Paraíba, uma cooperativa de compositores por onde passaram nomes como Chico César, Jarbas Mariz e os irmãos Pedro Osmar e Paulo Ró, entre outros. 

    Durante cinco anos, Totonho participou do projeto Tocar Por Prazer (um grupo de baixistas, guitarristas, vocalistas, compositores, etc…) cantando e tocando violão em João Pessoa. Nesse mesmo período cursou Faculdade de Arte e Educação e deu início à um trabalho social, junto às comunidades…. 

    Já premiado e conhecido como um dos melhores compositores da região, no final de 88 foi para o Rio de Janeiro fazer uma pós-graduação e tentar a vida como músico. 

    Enquanto isso Totonho continuava compondo e em 96 abriu shows de Geraldo Azevedo, João Bosco e outros. No final do ano se uniu com outros músicos formando Totonho e os Cabra. Depois de participar e se classificar no Projeto Pixinguinha, estreou em março de 97 uma turnê por sete capitais brasileiras. Depois foi ocupando os espaços possíveis no Rio (festas, bares, circuito “alternativo baixo”, todo canto como ele mesmo diz). Até que em 99, uma demo foi parar nas mãos do produtor musical Carlos Eduardo Miranda. O resultado foi o álbum homônimo Totonho e Os Cabra, que mostra bem a cara do dono. “Sou melhor compositor. Eu parto da palavra: daí faço uma frase, desmancho, faço outra, mudo, transformo, busco um sinônimo… Eu sou tipo um pedreiro que vai quebrando um tijolo até ele caber em sua construção.”

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